O termo Dropshipping, traduzido para o português como “Estoque na Fonte”, significa, de forma simplificada, delegar a responsabilidade pela entrega e pelo armazenamento dos produtos a outra empresa. Na maioria dos casos, essa empresa é o próprio fornecedor, embora em algumas situações possa haver um intermediário. Para facilitar a compreensão, adotaremos neste texto o termo “Estoque na Fonte” como substituição à expressão Dropshipping Nacional.
Para o cliente final, esse modelo de negócio é praticamente transparente. O funcionamento do Estoque na Fonte ocorre da seguinte forma:
- O consumidor final realiza sua compra virtual ao acessar uma loja ou empório online, como faria em qualquer outro site de vendas;
- O empório virtual encaminha o pedido ao fornecedor, que deve possuir ESTOQUE disponível para pronta entrega ou conforme previamente acordado;
- O fornecedor, QUE É A FONTE, de posse do pedido, realiza o despacho do produto diretamente ao cliente final, respeitando o prazo estabelecido e acordado antecipadamente.

Esquema do processo de venda com Estoque na Fonte ou Dropshipping Nacional
Um exemplo prático é a Amazon, que comercializa milhares de produtos dos mais variados tipos. Ao contrário do que muitos imaginam, a maior parte desses produtos não provém de estoque próprio, mas sim de empresas parceiras que fornecem as mercadorias. Ficou claro?
Dessa forma, a Amazon reduz significativamente seus custos operacionais e, ao mesmo tempo, contribui para o crescimento das empresas fornecedoras, que também ficam responsáveis pela entrega dos produtos. Em outras palavras, trata-se do conhecido Serviço de Entrega Direta ao Cliente – método EDC.
O Estoque na Fonte tornou-se uma tendência mundial para diversos tipos de negócios, conquistando cada vez mais adeptos. Isso ocorre especialmente porque esse modelo proporciona economia na cadeia logística, já que o produto permanece armazenado na origem — o fornecedor — evitando deslocamentos desnecessários entre produtor e varejista. Com isso, há redução do manuseio, bem como das perdas e dos atrasos nas entregas.
Adão de Faria, Eduardo F. Junqueira e Felipe G. J. Faria

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